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Estou devendo essa resenha faz tempo! Há alguns meses, recebi da loja Kutiz Beauté, parceira do blog, o shampoo Curl Contour, da L’Oréal Professionnel, juntamente com o resto da linha (confira a resenha do leave-in aqui). O objetivo dessa coleção, que faz parte da Série Expert, é definir e nutrir os cachos, utilizando o princípio Hydracellum mix de glicerina e Incell – para alcançar esse resultado.

O shampoo Curl Contour promove uma limpeza leve, que não cria um efeito de “cabelo cantando” (sabe quando você passa a mão nos fios e ele faz aquele som característico?), graças à microemulsão de óleo contida na fórmula. Isso é muito bom para as cacheadas e crespas, que têm facilidade para perder a hidratação natural das madeixas. Outra função do shampoo é segurar o frizz dos cabelos, evitando aquele look meio descabelado que pode rolar no dia da lavagem.

O que eu achei?

A linha Curl Contour é, de todas as que experimentei, a minha favorita da L’Oréal Professionnel. Acho esse shampoo uma ótima opção para quem usa sulfato, mas não utiliza ingredientes pesados nos finalizadores do dia a dia (como parafina líquida) e, por isso, não precisa de uma limpeza agressiva. Gosto muito de usá-lo uma vez na semana, alternando com a técnica co wash, e acho que ele cumpre o que promete: não retira a hidratação capilar e não aumenta o frizz (não acho que ele segura o arrepiado, mas ajuda a não causá-lo).

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O cheiro é muito discreto, assim como a espuma, que não é exagerada, e ele rende MUITO bem. Não é preciso encher a mão de produto para lavar bem os cabelos. Eu mesma só aplico na raiz e depois “puxo” a espuminha para o comprimento, deixando agir por aproximadamente 1 minuto antes de enxaguar.

Quantos dinheiros?

Já vi esse shampoo sendo vendido bem carinho por aí, mas o mara da Kutiz é que eles têm muitas promoções. Não estou falando porque a loja é parceira, mas porque eu consumo esses descontos na vida real (vide o meu hidratante da Avène, que comprei lá – veja a resenha aqui). O shampoo desta resenha estava de R$ 70,90 – já mais acessível que em muitos lugares -, mas agora está por R$ 63,81, podendo dividir de até 3x de 21,27.

Dica: se for comprar na Kutiz, garanta algum produtinho de R$ 40 e aproveite para ganhar frete grátis. ;)

Tem dicas de outros shampoos com sulfato legais para quem gosta de limpeza leve? Comente aqui embaixo!

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Assédio sexual nunca foi algo fácil de se conviver. Comum em ambientes corporativos de diversas naturezas, assim como dentro de casas, faculdades, escolas e até mesmo nas ruas, a agressão de caráter obsceno ganhou a atenção midiática nesta semana a partir da denúncia de Susllem Tonani, 28 anos, figurinista da Rede Globo, assediada pelo ator José Mayer. Após oito meses de intimidações, a jovem decidiu abrir a boca após os insultos chegarem a níveis ainda mais ofensivos: ela teve suas partes íntimas apalpadas pelo galã e foi chamada de “vaca” na frente de colegas de trabalho.

Ao ser surpreendido pela exposição imediata, José Mayer inicialmente optou por uma estratégia voltada para desacreditar a vítima, contando que na realidade estivera ensaiando para o personagem Tião Bezerra e negando o assédio a Tonani. Após a rejeição da população, entretanto, voltou atrás, assumindo seu papel de culpado, pedindo desculpas à vítima e à sociedade e se mostrando disposto a aprender e mudar com o mundo atual, mais aberto às questões de respeito aos gêneros.

Mais importante do que a reflexão sobre o real - ou não – arrependimento de José Mayer, é pensar o que podemos fazer para combater o assédio sexual em um momento de tanta atenção ao crime. Fiz um vídeo comentando o assunto, dá uma olhada:

E você, o que acha dessa situação?

Confira a carta de Susllem Tonani:

Eu, Susllem Meneguzzi Tonani, fui assediada por José Mayer Drumond. Tenho 28 anos, sou uma mulher branca, bonita, alta. Há cinco anos vim morar no Rio de Janeiro, em busca do meu sonho: ser figurinista.

Qual mulher nunca levou uma cantada? Qual mulher nunca foi oprimida a rotular a violência do assédio como “brincadeira”? A primeira “brincadeira” de José Mayer Drumond comigo foi há 8 meses. Ele era protagonista da primeira novela em que eu trabalhava como figurinista assistente. E essa história de violência se iniciou com o simples: “como você é bonita”. Trabalhando de segunda à sábado, lidar com José Mayer era rotineiro. E com ele vinham seus “elogios”. Do “como você se veste bem”, logo eu estava ouvindo: “como a sua cintura é fina”, “fico olhando a sua bundinha e imaginando seu peitinho”, “você nunca vai dar para mim?”.

Quantas vezes tivemos e teremos que nos sentir despidas pelo olhar de um homem, e ainda assim – ou por isso mesmo – sentir medo de gritar e parecer loucas? Quantas vezes teremos que ouvir, inclusive de outras mulheres: “ai que exagero! Foi só uma piada”. Quantas vezes vamos deixar passar, constrangidas e enojadas, essas ações machistas, elitistas, sexistas e maldosas?

Foram meses envergonhada, sem graça, de sorrisos encabulados. Disse a ele, com palavras exatas e claras, que não queria, que ele não podia me tocar, que se ele me encostasse a mão eu iria ao RH. Foram meses saindo de perto. Uma vez lhe disse: “você é mais velho que o meu pai. Você tem uma filha da minha idade. Você gostaria que alguém tratasse assim a sua filha?”

A opressão é aquela que nos engana e naturaliza o absurdo. Transforma tudo em aceitável, em tolerável, em normal. A vaidade é aquela que faz o outro crer na falta de limite, no estrelato, no poder e na impunidade. Quantas vezes teremos que pedir para não sermos sexualizadas em nosso local de trabalho? Até quando teremos que ir às ruas, ao departamento de RH ou à ouvidoria pedir respeito?

Em fevereiro de 2017, dentro do camarim da empresa, na presença de outras duas mulheres, esse ator, branco, rico, de 67 anos, que fez fama como garanhão, colocou a mão esquerda na minha genitália. Sim, ele colocou a mão na minha buceta e ainda disse que esse era seu desejo antigo. Elas? Elas, que poderiam estar eu meu lugar, não ficaram constrangidas. Chegaram até a rir de sua “piada”. Eu? Eu me vi só, desprotegida, encurralada, ridicularizada, inferiorizada, invisível. Senti desespero, nojo, arrependimento de estar ali. Não havia cumplicidade, sororidade.

Mas segui na engrenagem, no mecanismo subserviente.

Nos próximos dias, fui trabalhar rezando para não encontra-lo. Tentando driblar sua presença para poder seguir. O trabalho dos meus sonhos tinha virado um pesadelo. E para me segurar eu imaginava que, depois da mão na buceta, nada de pior poderia acontecer. Aquilo já era de longe a coisa mais distante da sanidade que eu tinha vivido.

Até que nos vimos, ele e eu, num set de filmagem com 30 pessoas. Ele no centro, sob os refletores, no cenário, câmeras apontadas para si, prestes a dizer seu texto de protagonista. Neste momento, sem medo, ameaçou me tocar novamente se eu continuasse a não falar com ele. E eu não silenciei.

“VACA”, ele gritou. Para quem quisesse ouvir. Não teve medo. E por que teria, mesmo?

Chega. Acusei o santo, o milagre e a igreja. Procurei quem me colocou ali. Fui ao RH. Liguei para a ouvidoria. Fui ao departamento que cuida dos atores. Acessei todas as pessoas, todas as instâncias, contei sobre o assédio moral e sexual que há meses eu vinha sofrendo. Contei que tudo escalou e eu não conseguia encontrar mais motivos, forças para estar ali. A empresa reconheceu a gravidade do acontecimento e prometeu tomar as medidas necessárias. Me pergunto: quais serão as medidas? Que lei fará justiça e irá reger a punição? Que me protegerá e como?

Sinto no peito uma culpa imensa por não ter tomado medidas sérias e árduas antes, sinto um arrependimento violento por ter me calado, me odeio por todas às vezes em que, constrangida, lidei com o assédio com um sorriso amarelo. E, principalmente, me sinto oprimida por não ter gritado só porque estava em meu local de trabalho. Dá medo, sabia? Porque a gente acha que o ator renomado, 30 e tantos papéis, garanhão da ficção com contrato assinado, vai seguir impassível, porque assim lhe permitem, produto de ouro, prata da casa. E eu, engrenagem, mulher, paga por obra, sou quem leva a fama de oportunista. E se acharem que eu dei mole? Será que vão me contratar outra vez?

Tenho de repetir o mantra: a culpa não foi minha. A culpa nunca é da vítima. E me sentiria eternamente culpada se não falasse. Precisamos falar. Precisamos mudar a engrenagem.

Não quero mais ser encurralada, não quero mais me sentir inferior, não quero me sentir mais bicho e muito menos uma “vaca”. Não quero ser invisível se não estiver atendendo aos desejos de um homem.

Falo em meu nome e acuso o nome dele para que fique claro, que não haja dúvidas. Para que não seja mais fofoca. Que entendam que é abusivo, é antigo, não é brincadeira, é coronelismo, é machismo, é errado. É crime. Entendam que não irei me calar e me afastar por medo. Digo isso a ele e a todos e todas que, como ele, homem ou mulher, pensem diferente. Que entendam que não passarão. E o que o meu assédio não vai ser embrulho de peixe. Vai é embrulhar o estômago de todos vocês por muito, muito tempo.”

Confira a carta de José Mayer:

“Eu errei.

Errei no que fiz, no que falei, e no que pensava.

A atitude correta é pedir desculpas. Mas isso só não basta. É preciso um reconhecimento público que faço agora.

Mesmo não tendo tido a intenção de ofender, agredir ou desrespeitar, admito que minhas brincadeiras de cunho machista ultrapassaram os limites do respeito com que devo tratar minhas colegas. Sou responsável pelo que faço.

Tenho amigas, tenho mulher e filha, e asseguro que de forma alguma tenho a intenção de tratar qualquer mulher com desrespeito; não me sinto superior a ninguém, não sou.

Tristemente, sou sim fruto de uma geração que aprendeu, erradamente, que atitudes machistas, invasivas e abusivas podem ser disfarçadas de brincadeiras ou piadas. Não podem. Não são.

Aprendi nos últimos dias o que levei 60 anos sem aprender. O mundo mudou. E isso é bom. Eu preciso e quero mudar junto com ele.

Este é o meu exercício. Este é o meu compromisso. Isso é o que eu aprendi.

A única coisa que posso pedir a Susllen, às minhas colegas e a toda a sociedade é o entendimento deste meu movimento de mudança.

Espero que este meu reconhecimento público sirva para alertar a tantas pessoas da mesma geração que eu, aos que pensavam da mesma forma que eu, aos que agiam da mesma forma que eu, que os leve a refletir e os incentive também a mudar.

Eu estou vivendo a dolorosa necessidade desta mudança. Dolorosa, mas necessária.

O que posso assegurar é que o José Mayer, homem, ator, pai, filho, marido, colega que surge hoje é, sem dúvida, muito melhor.

José Mayer”

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Como vocês devem ter visto lá no meu instagram (@beliciablog), eu clareei o cabelo de novo! Estava triste porque as luzes tinham ido parar nas pontinhas e pedi ao Ed Santana, meu cabeleireiro do Descabelado Ateliê de Cortes, para retocar. Com a ajuda da colorista Sheila, chegamos a um tom de cobre super lindo, mas como eu já percebi antes, clarear o cabelo exige cuidado integral. Para não deixar os fios ressecarem ou as pontas se encherem de nós, estou caprichando na rotina capilar, com poucos, mas bons produtos.

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Voltei a lavar o cabelo com shampoo toda semana. Minhas lavagens, que são mais ou menos 3 semanais, agora são 2x com o Co Wash da Brasilis Cosméticos (resenha aqui) e uma vez com algum shampoo normal, porém que não resseque os fios. Estou me reapaixonando pelo Curl Contour, da L’Oréal Professionnel (em breve, resenha!), que limpa super delicadamente e aumenta a definição dos cachos.

Outra coisa que voltei a inserir na rotina foram os óleos – culpa do Desafio Que Produto É Esse, que estou realizando em parceria com o Ed! Na primeira edição (veja o vídeo aqui), testamos secretamente o Precious Nature Oil, um óleo de lavanda da Alfaparf Milano. O resultado é incrível e viciante! Com ele, os fios ficam mais hidratados, fáceis de desembaraçar e brilhantes. Não é um produto de tratamento, mas cumpre super bem o papel como finalizador, garantindo beleza e um cheirinho bom aos cachos. Agora que o meu potinho do Precious Nature acabou, estou apostando no Elixir Vitae Oil, da Brasilis Cosméticos, para substitui-lo. Ainda não tenho impressões definidas, mas os dois têm uma coisa em comum: são nada grudentos e não acumulam nem nos cachos e nem nas mãos.

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Uma coisa importante para reconquistar a saúde dos meus cachos foi abandonar os leave-ins sem função hidratante. Como o creme de pentear é o produto que eu deixo mais tempo no cabelo, decidi que precisava de uma opção que realmente funcionasse como tratamento, em vez de um simples tapa-buraco. O escolhido foi o Healing Colorcare Trauma Treatment, da L’Anza, que é um condicionador preservador da cor, mas pode ser deixado nos fios sem problemas. No Descabelado, ele é sempre usado para dar o visual de cachos perfeitos após os cortes – e, agora, usando em casa, posso garantir que não conseguiria mais voltar aos cremes comuns! Por sinal, ando apaixonada pela L’Anza: minha tintura atual também é da marca e adorei o resultado. Eles não testam em animais e os produtos são de altíssima qualidade.

Por último, venho hidratando os fios semanalmente com a Máscara Argan Oro Argan, da Bioderm. Não faço esse passo 3x na semana porque o leave-in acaba substituindo na maioria das vezes, mas acho importante ter ao menos um dia em que eu aplique a máscara e deixe que ela aja por algum tempo. Tenho curtido aplicar óleo natural, como o de oliva, para batizar, e deixar a mistura agir por no máximo 20 minutos. Simples assim!

E vocês, também mudaram a rotina capilar? Me contem os seus novos queridinhos!

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Quando você pensa em penteado de festa, o que vem à sua cabeça? Com certeza, o secador foi uma das opções.Ao nos prepararmos para um grande evento, no cabeleireiro, frequentemente a opção alisar é oferecida como a única possível – independentemente da textura original do seu cabelo. Como os fios lisos são vistos como mais elegantes, é comum as meninas crespas ficarem excluídas, achando que seus fios não são lindos o bastante para fazerem sucesso ao natural. Mas são. Inspirada neste texto sobre a escravidão da definição capilar, selecionei inspirações de celebridades que usaram seus cabelos crespos e soltos para marcar presença nos tapetes vermelhos por aí. Maravilhosas são elas!

Vamos começar com a deusa crespa nacional? Taís Araújo escolheu um look com zero definição para brilhar no Prêmio Geração Glamour, provando que o tipo 4 é tão elegante quanto qualquer cacheado ou liso por aí.

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A cantora Esperanza Spalding também adora exibir seus crespos indefinidos. Nos tapetes vermelhos, ela sempre os usa soltos e bem volumosos. Já a multiartista Janelle Monae (fiz um post inteiro sobre ela aqui) varia a textura dos cabelos entre crespos, escovados e cacheados, sempre brincando com formatos – na foto abaixo, ela foi de indefinição + chapéu.

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Seu cabelo até tem definição, mas nem sempre fica todo perfeitinho? A cantora Solange Knowles e a atriz Kerry Washington mostram que dá para usar o frizz dos cabelos crespos como aliado de beleza.

The 55th Annual GRAMMY Awards - Arrivals

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E aí, convencida de que (seu) black is beautiful? Partiu festa!

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Cachos definidos. Se você está lendo este texto, é porque, de algum modo, sabe do que estou falando. Depois de anos alisando o cabelo, impondo aos nossos fios um padrão inalcançável, assumimos nossa textura original. Mas, com ela, uma nova cobrança apareceu: a de formas perfeitas, sem frizz, cuidadosamente modeladas, brilhantes e hidratadas. Queremos molas dos sonhos, que admiramos nas campanhas de moda, nas capas de revista, na novela. Sabemos que foram feitas com babyliss. Com vários produtos para combater o arrepiadinho natural. Mas queremos mesmo assim. Sofremos mesmo assim.

No fundo, temos consciência de que, para ter o tal enrolado indefectível, precisamos abrir mão de tudo o que sonhamos ter após a transição: tomar um banho de chuva sem medo, cair no cloro da piscina, no salgado mar, ter uma noite de amor sem se preocupar com o suor. Todas essas situações – maravilhosas – arrepiam o cabelo. Estragam o resultado de horas de fitagem. Não deixam perfeitas as fotos do Instagram.

Até quando vamos nos permitir a escravidão?

Juba de leão - ou leonina

Juba de leão – ou leonina

Você, lendo este texto, entende o que estou dizendo. Sabe que não podemos continuar assim.

Ter cachos lindos é maravilhoso? É. Mas eles só são lindos quando definidinhos? Não. Nossos cabelos são maravilhosos de todos os jeitos. Crespos, enrolados, frizzados, alinhados, bagunçados. Não há um tipo de cacho melhor do que o outro. Não há uma competição para ver quem tem o melhor natural.

A graça de ter cabelo afro, mais estruturado do que o liso, é justamente tirá-lo da caixa. É claro que dá para querer os cachinhos da Maísa num dia. Mas no outro, você pode apostar no pente garfo e arrepiar a raiz também. Pode usar gel. Mousse. Óleo. Leave-in. Cada produto e cada técnica dá uma resposta diferente, um visual totalmente novo que lhe fará jamais enjoar da própria imagem. Quer brincar mais? Tranças. Dreads de lã. Twists. Turbante. Máquina de raspar.

Vento, praia, sol

Vento, praia, sol

Você, leitora ou leitor, é a única pessoa que pode fazer isso pelo seu amor próprio. Não vai ser simples. Ouvimos todos os dias que cachos definidos são melhores e é uma luta quebrar o padrão dentro da gente. Eu vivo esse desafio até hoje, três anos após a transição. Mas, treinando o olhar, cada dia se torna mais fácil. É aquilo que a gente chama de evolução.

Ilustrei este post somente com imagens de fotos de uma viagem ótima, em que a definição do cabelo era o que menos importava. Vamos fazer dos nossos cachos companheiros – e não donos – das nossas experiências? ♥

UPDATE: fiz um vídeo sobre o tema!

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